sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Enfeites de Natal com Passo a Passo 02 - Árvores de Natal

Como fazer Árvores de Natal com Laços de Tecidos


Material:
  • 3m de fita de cetim simples nº9 verde bandeira –
  • 2m de fita de cetim simples nº5 verde bandeira –
  • 1m de fita de cetim simples nº9 vermelho –
  • Bolinhas médias douradas –
  • Botões com motivos natalinos –
  • 1 palito de churrasco –
  • 1 pedaço de isopor de 15 mm (para a base) ou 1 vasinho de plástico –
  • Cola quente –
  • Agulha e linha de costura –
  • Tesoura –
  • Isqueiro 


Modo de fazer:

Faça com a fita nº9 uma parte de 15 bicos e outra de 12 bicos,na fita nº5 faça 10 bicos. Se for fazer com base de isopor, corte com 8x6cm. Encape-o com fita vermelha, se for o vaso, cole um pedaço de isopor no fundo do vaso para espetar o palito. Coloque a primeira parte (maior) no palito já preso no isopor, ajeite e coloque um pingo de cola perto do palito, deixe a costura para trás, coloque a parte média e a pequena da mesma forma. Acerte a ponta do palito, de modo que não sobre muito, pois você irá encaixar a argolinha do botão nele, não pode sobrar muito. Então decore á seu gosto, com botões e bolinhas.

Agora é só botar a mão na massa e começar a se preparar para o Natal.
Use e abuse de sua imaginação!!!  ;)

FELINATAL!

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Enfeites de Natal com Passo a Passo - Árvores de Natal

Como fazer Árvores de Natal com Laços de Tecidos

Elas ficam lindas e você pode fazer várias e espalhar pela casa, porque elas não ocupam muito espaço. ^^



Você vai precisar de:

  • 1 Cone de isopor
  • 1 Rolo Fita decorativa (você encontra essas fitas fechadas em loja de decorações para festas, floriculturas, etc)
  • Taxinhas (dessas de prender foto em mural)

Veja também estes outros modelos interessantes:


Use e abuse de sua imaginação!!!  ;)

FELINATAL!

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Roberto Bolaños, Morre o ator e criador do ‘Chaves’, aos 85 anos

Morre Roberto Gómez Bolaños, criador de Chaves e Chapolin
Ele morreu aos 85 anos em sua casa no México.
Tinha saúde 'frágil' e vivia com a esposa Florinda Meza em Cancún.


Dono de frases antológicas como "ninguém tem paciência comigo" e "não contavam com a minha astúcia", que marcaram gerações de fãs em toda a América Latina, Roberto Gómez Bolaños, criador dos seriados "Chaves" e "Chapolin", morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos. Bolanõs foi humorista, escritor, ator, produtor de cinema, televisão e teatro.



A causa da morte, ocorrida às 14h30 (horário do México) em casa em Cancún, não foi confirmada. Em fevereiro deste ano, quando Roberto Bolaños completou 85 anos, um parente confirmou à agência de notícias Efe que a saúde dele era “frágil” e que ele permanecia quase o tempo todo na cama, com acompanhamento 24 horas por dia.

Segundo a CNN mexicana, o ator Edgar Vivar, que interpretou o Senhor Barriga, disse que o corpo do comediante será levado à Cidade do México, onde será velado.

A última mensagem divulgada pelo perfil oficial de Bolaños no Twitter foi: "Todo meu amor para o Brasil". Ele escreveu em resposta a uma fã brasileira no microblog.

Edgar Vivar, que interpretou o senhor Barriga em "Chaves", informou à CNN do México que o corpo do comediante será levado à Cidade do México, onde será velado.

Vivar deu seu depoimento à rede de TV mexicana Televisa (que produziu a maior parte dos programas de Bolaños): "Estou em estado de choque. Não pensei que me fosse afetar tanto. Meu telefone não para de tocar. Um abraço compartilhado com milhões de pessoas do mundo. Vou lembrar dele sempre com sorriso e com ânimo. Temos que agradecer a Deus. Seu bom humor é a maior lembrança."

"Roberto, você não vai, permanece em meu coração e em todos os corações de tantos a quem fez feliz. Adeus Chaves para sempre", disse no Twitter Edgard Vivar.

"Obrigado por fazer tanta gente feliz e por todos os momentos maravilhosos que compartilhamos no grupo. Descanse em paz, Roberto", disse Maria Antonieta de Las Nieves, que interpretou a Chiquinha.

"O México perdeu um ícone, cujo trabalho transcendeu gerações e fronteiras", disse o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto.

"Foi um bom companheiro, amigo, irmão e um dos melhores escritores dos últimos tempos no México", disse Ruben Aguirre, que interpretou o professor Girafales.

Trabalho reconhecido no mundo

"Chaves" foi o programa mais visto da televisão mexicana e foi dublado em 50 idiomas, segundo a Televisa.

"Talvez o meu mérito foi conseguir, sem tentar, abordar um ambiente que existe no mundo inteiro", refletiu Bolaños sobre o sucesso de Chaves em uma entrevista à agência de notícias Reuters.

"Trabalhei muito neste personagem, que tem qualidade", explicou ele, "mas a resposta exata eu não sei".

Além disso, Bolaños escreveu roteiros de 50 filmes no México e atuou em 11. No Twitter, ele tinha mais 6 milhões de seguidores.

Trajetória

Roberto Bolaños tirou seu apelido do dramaturgo William Shakespeare, cujo diminutivo em espanhol era "Chespirito". Há alguns anos, ele se mudou para Cancún, no México, junto com a mulher Florinda Meza, a Dona Florinda da série.

Bolaños nasceu na Cidade do México em 21 de fevereiro de 1929. Estudou engenharia, mas nunca exerceu a profissão. Praticou boxe e era um fanático torcedor do clube de futebol América. Começou sua carreira profissional na publicidade, onde começou a trabalhar em roteiros.

Casou-se pela primeira vez com a escritora Graciela Fernández, com quem teve seis filhos. Só em 2004 oficializaria seu casamento com a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda.

Aos 80 anos, perguntaram a ele sobre a sua relação de décadas com a atriz Florinda Meza. "Já estamos há 30 anos casados", respondeu. "Temos um casamento sólido que só a morte acabará com ele... ou a Shakira!".

Ganhou o apelido de Chesperito do diretor de cinema Agustín P. Delgado por causa do 1,60 de altura.

Foi só em 1968 que começou sua carreira de ator, na emissora TIM, em séries como “Los Supergenios de la Mesa Cuadrada” e “El Ciudadano Gómez”, em espaços de 30 minutos de duração aos sábados.

Foi só na década de 1970 que começaram a ser exibidos as séries que fizeram de Bolaños um gigante do humor: "Chespirito", "Chapolin" e "Chaves". A partir de 1973, quase todos os países da América Latina tinha na programação de TV episídios dos programas.

O jornal mexicano "Excelsior" cita a seguinte declaração de Bolaños a um TV espanhola sobre seu personagem mais famoso no Brasil: "Chaves, ainda que carecendo de quase tudo, é otimista, aproveita a vida, brinca, se emociona e tem o maravilhoso dom que é a vida"

No começo da década de 1990, Bolaños decidiu aposentar "Chaves" e "Chapolin" e resolveu apostar em "Los Caquitos", em que interpretava o ladrão Chómpiras (que ganhou no Brasil o nome de Chaveco).

Chaves era um dos personagens e segmentos do programa "Chespirito" que começou a ser exibido no México em 1971. O primeiro capítulo de "El Chavo del Ocho" (como era conhecido o personagem nos outros países de língua espanhola) foi transmitido em 20 de junho de 1971.


Rubén Aguirre contrancena com Roberto Bolaños em episódio de 'Chapolin' (Foto: Divulgação/SBT)

O sucesso das histórias do menino sardento de 8 anos que vive dentro de um barril foi tanto que seu programa era transmitido para quase todos os países da América Latina já em 1973. Chaves foi dublado para mais de 50 idiomas e transmitido em países distantes do Tailândia, China, Japão e Grécia.

A série foi produzida originalmente entre 1971 e 1980, como programa independente, e entre 1980 e 1992 como esquete do programa de variedades "Chespirito", que Bolaños estrelou na rede de TV Televisa. Foram mais de 300 episódios, segundo a rede Televisa.

A série "Os Simpsons" homenageou Bolaños com o personagem Pedro Chespirito, que aparece sempre vestido de abelha e fala frases em espanhol.


Roberto Gomes Bolaños durante apresentação da fundação Chespirito na Cidade do México em 2008 
(Foto: Francisco Vega/AFP)

Roberto ficou conhecido no México pelo nome de Chespirito. Mas foram os programas "Chaves" e "Chapolin", ainda exibidos pelo SBT, que ficaram mais famosos no Brasil.

Distante da televisão, Bolaños explorou a sua veia literária com um livro de poemas e uma autobiografia, "Sem Querer Querendo".

Em um dos seus livros, "O Diário de Chaves", revela alguns dos mistérios da série. Ele conta, por exemplo, que Chaves não morava dentro de um barril, mas no apartamento número oito, e que o recipiente era apenas para se esconder quando estava triste ou era perseguido.


Casados na vida real, Florinda Meza e Roberto Bolaños interpretavam Dona Florinda e Chaves (Foto: Divulgação)

Apesar de ter vivido em concubinato com Florinda por 27 anos, os valores de Bolaños eram conservadores. Inclusive, chegou a participar de uma campanha contra a legalização do aborto na Cidade do México.

Nunca escondeu suas convicções políticas e apoiou a campanha do conservador Vicente Fox, cuja eleição em 2000 rompeu com mais de 70 anos de governo do Partido da Revolução Institucional.

Apaixonado por futebol, Bolaños chegou a se encontrar com o astro argentino Diego Maradona, que o agradeceu por tê-lo divertido com os seus personagens e ele aproveitou para retribuir por tê-lo deleitado com suas proezas dentro do campo.



Fonte: http://g1.globo.com/(Com agência Reuters)

Aprenda a Reaproveitar as Bolas de Natal

Quer renovar a decoração de Natal, mas guardou as bolas de Natal antigas e não sabe o que fazer com elas? Reaproveite-as!  ^^



Uma fitinha preta de cetim com glitter prateado e um retalhinho vermelho compõem essa bola de papai noel! Foto: Chase The Star

Se você possui bolas de Natal brancas ou transparentes e de ganchos removíveis, a gente sugere algumas ideias muito bacanas e criativas para deixar seu Natal ainda mais mágico e bonito.

Vendo a galeria abaixo, você provavelmente não imaginava o tanto de possibilidades de decoração dava para fazer com elas! E qualquer dessas ideias abaixo são fáceis de adaptar e reproduzir em casa! Inspire-se!

Veja mais modelos abaixo...


Você pode enchê-las de grãos (açúcar, sal, pó de arroz) e colocar miniaturas natalinas dentro! 
Foto: U Create With Kids



Pode colorir as bolas de Natal com tinta spray.
Foto: I Love Create

 Também pode colocar pedaços de festão prateado, verde ou dourado.
Foto reprodução: Buzzfeed


Que tal criar arabescos com uma cola líquida escolar e aplicar glitter prateado depois? Lindo né? :)
Foto reprodução: Buzzfeed


Rechear cada bolinha com um tule colorido, também dá um charme especial e 
deixa a decoração ainda mais alegre! 
Foto reprodução: Buzzfeed

Fonte: VilaMulher - Por: Jessica Moraes

Gostou? Agora é só botar a mão na massa e começar a se preparar para o Natal.
Use e abuse de sua imaginação!!!  ;)

Black Friday

Black Friday 



Black Friday ou Sexta-Feira Negra é um termo criado pelo varejo (retalho em português de Portugal) nos Estados Unidos para nomear a ação de vendas anual que acontece na sexta-feira após o feriado de Ação de Graças que é a 4° sexta feira do mês de Novembro. A ideia vem sendo adotada por outros países como Canadá, Austrália, Reino Unido, Portugal, Paraguai e Brasil.

Há vestígios de que a denominação surgiu no início dos anos 90 na Filadélfia, quando a polícia local chamava de Black Friday o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças. Havia sempre muitas pessoas e congestionamentos enormes, já que a data abria o período de compras para o natal. O termo já foi associado com a crise financeira que atingiu os Estados Unidos em 1869. Também passou a ser usado em 1966, mas só se tornou popular em 1975 quando o uso do termo passou a ser conhecido por meio de artigos publicados em jornais, que abordavam a loucura da cidade durante o evento.

Já se referiu ao período de conforto financeiro para os varejistas. No início de 1980, foi criada uma teoria que usava a cor vermelha para se referir aos valores negativos de finanças e a cor preta para indicar valores positivos. O período negativo correspondia ao período de janeiro a novembro e o lucro acontecia no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças e permanecia até o final do ano.

Alguns anos depois, Black Friday foi o nome usado pelos varejistas para indicar o período de maior faturamento 4 e desde então é a data mais agitada do varejo no país. No dia do evento muitas lojas abrem bem cedo, algumas com até quatro horas de antecedência, para atrair o maior número de consumidores através de ofertas. Milhares de pessoas aguardam em filas enormes 5 . Embora não seja um feriado, muitas pessoas ganham o dia de folga e se tornam consumidores com grande potencial. O dia também é conhecido por dar início à temporada de compras de natal. A popularidade do evento é grande, sendo que os descontos oferecidos são considerados mais atrativos do que os natalinos por muitos consumidores.

No Brasil a Black Friday é conhecida como o dia de descontos pela metade do dobro.

Os descontos oferecidos no Brasil são muito mais modestos do que os americanos que chegam a 40% em produtos de diferentes categorias.[carece de fontes], gerando 5 milhões em vendas em um único dia. Assim como nos Estados Unidos, a Black Friday Brasil acontece anualmente na sexta-feira seguinte à quarta quinta feira de novembro. Há registros de que o evento também aconteça em lojas físicas, pelo menos no Brasil e Estados Unidos. Outro problema sério que ocorre no Brasil são os descontos "maquiados", ou seja, as lojas sobem o preço uma semana antes do Black Friday e baixam no dia do evento alegando "mega descontos".

A segunda edição do Black Friday, em 25 de novembro de 2011, rendeu um faturamento de 100 milhões para o e-commerce brasileiro, representando um incremento de 80% em relação ao ano de estreia país. Após o sucesso de vendas da Black Friday, o Cyber Monday também foi importado para o Brasil.

O terceiro Black Friday ocorreu em 23 de novembro de 2012, em mais de 300 lojas virtuais e foi a primeira vez que lojas de decoração participaram do evento. As empresas Walmart, Extra, Ponto Frio, Submarino, Americanas.com, Saraiva e Fast Shop também foram notificadas pelo Procon por indícios de maquiagem nos descontos.

A quarta Black Friday, que caiu no dia 29 de novembro de 2013, mais uma vez bateu recorde de vendas, contemplando a venda tanto de bens, como produtos diversos, imóveis, carros, artigos infantis; utilidades domésticas, quanto de serviços, como turismo, festas infantis e comunicação. Segundo pesquisa do Provar – Programa de Administração do Varejo, o preço de 21% dos produtos foram aumentados na Black Friday, o que gerou indignação nos e-consumidores, que resgataram a expressão "Black Fraude" para se referir ao evento. Houve um movimento nas redes sociais de posts de print screen dos preços e seu aumento à medida que o dia da Black Friday Brasil se aproximava. Devido a essas incidências, a empresa Reclame Aqui lançou uma ferramenta de monitoramento, onde os usuários podiam conferir a reputação das empresas das quais desejavam efetuar compras e também reclamar ou denunciar práticas irregulares nas promoções. 

O evento não tem regulamentação, nem organização centralizada. Qualquer empresa, tanto virtual, quanto física pode fazer promoções com o nome Black Friday. A procura pelo termo 'Black Friday' em 2013 cresceu mais de 300% em relação a 2012, o que levou muitas agências de publicidade a se colocarem como centrais oficiais do evento.

Maquiagem de preços
De acordo com um estudo feito pela Opinion Box em parceria com o Mundo Marketing, três em cada quatro internautas brasileiros pretendem aproveitar a data em 2014 para realizar compras online. Apesar de vários outros números positivos apresentados pela pesquisa, foi constatado que 42% dos entrevistados ainda desconfia dos descontos oferecidos no Black Friday.

Uma das maiores reclamações dos consumidores é a maquiagem de preços - tática utilizada pelos e-commerces pra vender mais sem ter que necessariamente diminuir os valores. Funciona da seguinte forma: O lojista sobe arbitrariamente o preço do produto dias ou uma semana antes do Black Friday. Dessa forma, no dia 28 de novembro, ele pode dar um desconto muito grande no produto, e o consumidor acreditará estar levando vantagem.

Várias lojas têm criado suas campanhas baseando-se no fato de que não fazem maquiagem de preços, e que suas ofertas são realmente preparadas para o Black Friday. Para evitar cair na fraude, o consumidor pode contar com alguns agregadores de descontos e cupons, que garantem reunir as ofertas verdadeiras. Um deles, Cuponation, fez sua divulgação do Black Friday 2013 com a campanha 'Black Friday sem pegadinha', que garantia reunir apenas as ofertas reais e honestas, além de distribuir cupons extras para as compras....


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Receita de Pão Cheio

Pão Cheio

Vi essa receita e não resisti, tanto em fazer em casa para esperimentar como também em compartilhar aqui com vocês. Espero que gostem! Pão cheio...isso mesmo, um pão carioca (francês), recheado com carne moída.


É uma delicia para um lanche, almoço ou jantar. Vou agora explicar o que leva e como fazer. É muito simples e fácil de fazer. Pães carioquinhas adormecidos, carne moída, azeitona, ovos e leite e só. Fica mais gostoso pão de um dia para o outro.


Como fazer:
Cortar o bico do pão e tirar o miolo. Recheia com carne moida, azeitonas sem caroço e pedaços de ovos cozidos tudo misturado. Ou como vocês quiserem rechear.


Fechar o pão com o bico do pão que foi cortado. Desse jeito que está na foto.


Depois é só passar rapidamente ao leite, frio mesmo. Depois nos ovos ligeiramente mexidos e fritar no óleo; o pão todinho. 
Pronto!



Viram como é fácil! E fica uma delicia!!! Gosto de comer ele quentinho.

Fonte: Adriana Balreira

domingo, 23 de novembro de 2014

Enfeites para o Natal com Passo a Passo 02 - Bolas de Natal

Como enfeitar Bolas de Natal com Laços e Fitas.

Para quem gosta de fitinhas e já tem o acessório em casa, esse modelo é perfeito, assim você pode criar cada bola de um jeito. É só ter um pouquinho de imaginação e sair criando novas bolitas para deixar sua casa mais graciosa.


Você vai precisar de: 

  • Esfera de isopor; 
  • Fitas douradas ou brilhosas; 
  • Cola quente; 
  • Tesoura. 


Como montar: 

  1. Peque uma fita e vá passando-a em volta do isopor de modo a criar fatias, como se fossem gomos. Para fixar a fita, é só ir colocando alguns pingos de cola. 
  2. Agora grude outro modelo de fita no meio da bola. Com uma fitinha de lantejoulas, faça ondulações pela parte superior da esfera, passando as ondas entre os gomos que criou com a outra fita. 
  3. Para finalizar, faça uma argola também de fita e cole-a no topo do isopor com a cola. Depois é só pendurar seu artesanato junto com os demais!
Com um pouco mais de criatividade e materiais diferenciados dá para criar diversas bolas de Natal e fazer uma árvore bela e extravagante!

Veja abaixo:



Use e abuse de sua imaginação!!!  ;)

FELINATAL!

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Enfeites para o Natal com Passo a Passo 01 - Bolas de Natal

Como Criar e Enfeitar Bolas de Natal com Miçangas.

Com criatividade podemos deixar nosso Natal ainda mais especial! Por isso resolvi separar algumas ideias interessantes da Net, para enfeitarmos nossas árvores com estas lindas bolas de natal.  Veja abaixo o passo a passo. Espero que gostem! ^^


Passo a Passo:

Pegue um pedaço de arame e, com auxílio de um alicate, entorte para baixo uma das pontas;
Coloque uma conta de cristal;
Encaixe o arame no centro da bola de isopor;
Coloque uma conta de cristal na outra extremidade e entorte a ponta também;
Segure no arame e passe cola em toda extensão da bola de isopor;
Mergulhe a bola num recipiente cheio de miçangas ou broca, se preferir, e aguarde secagem;
Passe cola novamente em toda a bola;
Mergulhe agora num recipiente cheio de lantejoulas;
Para melhor fixação pressione com as mãos;
Se quiser, envolva a bola com fitas decorativas e laços.

Fonte: sonholilas.com.br



Use e abuse de sua imaginação!!!  ;)

FELIZ NATAL!

Veja abaixo outros artigos relacionados ao Natal e Ano Novo:

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Disney Celebra Aniversário do Mickey Mouse

O rato mais famoso do mundo comemora hoje, 18 de novembro de 2014, 86 anos de idade.

Nesta terça-feira, dia 18 de novembro, é celebrado o aniversário de Mickey Mouse e a The Walt Disney Company Latin America comemora durante o mês inteiro com o tema Eu e Mickey, uma iniciativa que conta com diversas propostas, onde o ratinho é o protagonista. A festa abrange os canais Disney Channel, Disney XD e Disney Junior , as plataformas digitais Disney.com.br, Disney Babble, além dos canais oficiais no YouTube e Facebook.
Durante a programação normal do Disney Channel e Disney XD, serão exibidos diariamente os curtas Mickey Mouse e os melhores especiais do famoso ratinho, como Barco a Vapor e outras surpresas. Ainda no dia 18, o Disney Channel exibirá seis curtas Mickey Mouse em sequência, sendo que três serão inéditos, e em seguida, o filme Ratatouille (2007), da Disney/Pixar.
No Disney Junior, o canal destinado a crianças de 2 a 7 anos e aos seus pais, o público poderá curtir os curtas Mousekejercicios e, de segunda-feira a domingo, assistir a um episódio especial da série A Casa do Mickey Mouse. Na terça-feira, dia 18, o canal preparou uma divertida maratona que inclui a estreia dos especiais A Casa do Mickey Mouse: Feliz Mickey-Aniversário e A Aventura Pirata do Mickey, além dos filmes A Casa do Mickey Mouse da Disney: Mickey no País das Maravilhas e Mickey, Donald e Pateta em: Os Três Mosqueteiros.
Os sites Disneylatino.com e Disney.com.br se juntam à comemoração com vídeos, galerias com imagens temáticas e histórias especiais na seção Disney Blogs. No site do Disney Channel em Disney.com.br, o público pode curtir todos os curtas Mickey Mouse que são exibidos no canal. O site do Disney Junior conta com conteúdos e atividades especiais para que as crianças comemorem o dia com as suas famílias.
Até o dia 27 de novembro, os usuários de iOS poderão baixar aplicativos, filmes e músicas do Mickey, como os jogos Castle of Illusion Starring Mickey Mouse e Where’s My Mickey? XL na App Store.




(Fonte: Espaço Z)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Manoel de Barros


Manoel Wenceslau Leite de Barros (Cuiabá, 19 de dezembro de 1916  — Campo Grande, 13 de novembro de 2014) foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente à Geração de 45, mas formalmente ao pós- Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas europeias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade. Recebeu vários prêmios literários, entre eles, dois Prêmios Jabutis. É o mais aclamado poeta brasileiro da contemporaneidade nos meios literários. Enquanto ainda escrevia, Carlos Drummond de Andrade recusou o epíteto de maior poeta vivo do Brasil em favor de Manoel de Barros . Sua obra mais conhecida é o "Livro sobre Nada" de 1996.

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]
Um ano depois do nascimento do poeta, sua família foi viver em uma propriedade rural em Corumbá. Mudou-se sozinho ainda quando ele era ainda criança para Campo Grande, onde estudou em colégio interno e, mais tarde, para o Rio de Janeiro, a fim de completar os estudos, onde formou-se bacharel em direito em 1941. Tendo estado 10 anos em um internato, rebelou-se contra a escrita do Padre Antônio Vieira, por lhe parecer que para aquele a frase era mais importante que a verdade. Através da leitura da poesia em prosa de Arthur Rimbaud, Manoel de Barros descobre que "pode misturar todos os sentidos".

Seu primeiro livro não era de poesia, e teria se perdido em razão de uma confusão com a polícia. Quando vivia no Rio de Janeiro, aos 18 anos, tendo entrado para a Juventude Comunista, pichou as palavras "Viva o Comunismo" em uma estátua. Quando a polícia foi buscá-lo na pensão onde vivia, a dona do estabelecimento pediu para "não prender o menino, tão bom que até teria escrito um livro, chamado 'Nossa Senhora de Minha Escuridão'". Tendo o policial que comandava a operação se sensiblizado, o poeta não foi preso, mas o livro foi perdido, pois o policial levou-o consigo.

Embora a poesia tenha estado presente em sua vida desde os 13 anos de idade, teria escrito o primeiro poema somente aos 19 anos. Seu primeiro livro publicado foi "Poemas concebidos sem pecado" (1937), feito artesanalmente por amigos numa tiragem de 20 exemplares mais um, que ficou com ele.

Rompe com o Partido Comunista quando o seu líder, Luís Carlos Prestes, após 10 anos de prisão política durante o regime getulista, resolve declarar apoio ao presidente Getúlio Vargas, que já havia entregue sua esposa Olga Benário ao regime nazista da Alemanha, onde ela morreu.

Após sua decepção, vive na Bolívia, no Peru e também, durante um ano, em Nova Iorque, onde faz um curso de cinema e pintura no Museu de Arte Moderna.

Na década de 1960 voltou para Campo Grande, onde passou a viver como criador de gado, sem nunca deixar de trabalhar incansavelmente em seu ofício de poeta.

Apesar de ter escrito muitos livros durante toda a sua vida e de ter ganho vários prêmios literários desde 1960, durante muito tempo sua obra ficou desconhecida do grande público. Possivelmente porque o poeta não frequentava os meios literários e editoriais e, deduzindo-se das palavras do poeta (ele diz "por orgulho"), por não bajular ninguém.

Seu trabalho começou a ser valorizado nacionalmente a partir da descoberta deste por parte de Millôr Fernandes, já na década de 1980. A partir daí, ganhou reconhecimento através de vários dos maiores prêmios literários do Brasil, como o Jabuti, em 1987, com "O guardador de águas".

Foi considerado o maior ou um dos maiores poetas do Brasil, sendo um dos mais aclamado nos círculos literários do seu país. Seu trabalho tem sido publicado em Portugal, onde é um dos poetas contemporâneos brasileiros mais conhecidos, na Espanha e na França.

Infelizmente o coração do poeta parou por volta das 8h05 de quinta-feira, 13 de novembro, no Proncor de Campo Grande - MS, depois de 6 meses em estado de ruína, como ele mesmo definia os efeitos dos 97 anos de idade, quase 98, que seriam comemorados no dia 19 de dezembro de 2014.

A poesia[editar | editar código-fonte]
Somente após as suas duas primeiras publicações em livro, as quais expressavam um lirismo mais subjetivo, a poesia de Manoel de Barros assume as características que marcam a sua obra.

Na sua obra de estréia, "Poemas concebidos sem pecado" (1937), apesar do tom auto-biográfico de poemas como "Cabeludinho", nota-se claramente a inserção do poeta no Modernismo brasileiro de 1922, através da discussão da tradição literária brasileira (Iracema), do Parnasianismo, e da influência de Macunaíma de Mário de Andrade, admitida e criticada pelo próprio Barros. Algumas construções próximas do primeiro vanguardismo europeu e da oralidade brasileira também são perceptíveis.

Após a publicação de "A face imóvel" (1942), sua poesia passa a ter como "plano de fundo" o pantanal, indo sua temática, porém, muito além disto. Sendo aquele o universo onde os poemas se "desenrolam", ele é representado através de sua natureza e do seu cotidiano, usando uma linguagem que procura transformar em tátil aquilo que é abstrato. O filólogo Antonio Houaiss o compara a São Francisco de Assis, "na sua humildade diante das coisas".

Transfigurando aquele universo aparentemente pequeno, Manoel de Barros mostra, em realidade, o verdadeiro tamanho do homem diante da natureza, bem como diante das coisas. Isto fica claro diante, até mesmo, dos títulos dos seus livros, tais como "Compêndio para uso dos pássaros" (1960), "Gramática expositiva do chão"(1966), "Tratado geral das grandezas do ínfimo"(2001). Segundo Leandro Henrique Aparecido Valentin (2013), destaca-se, também, a desautomatização do olhar do poeta ante o objeto, como no poema "O poeta", publicado em "Ensaios Fotográficos" (2000) . Ainda segundo Antonio Houaiss, a poesia de Manoel de Barros, sob a aparência surrealista, é de uma enorme racionalidade: "suas visões, oníricas num primeiro instante, logo se revelam muito reais..."

Outras características marcantes da poesia de Manoel de Barros são o uso de vocabulário coloquial-rural e de uma sintaxe que remete diretamente à oralidade, ampliando as possibilidades expressivas e comunicativas do seu léxico através da formação de palavras novas (neologismos). Assim, pelo uso que Manoel de Barros faz da lingua escrita reproduzindo e desnvolvendo o legado da oralidade em todos os seus níveis, seu trabalho tem sido muitas vezes comparado ao de Guimarães Rosa, muitos referindo-se ao poeta como "o Guimarães Rosa da poesia". "Desde Guimarães Rosa a nossa língua não se submete a tamanha instabilidade semântica", teria dito o poeta Geraldo Carneiro a seu respeito.

Pode-se dizer que Manoel de Barros, na poesia, tal como Guimarães Rosa na prosa, teria desenvolvido às últimas consequências aquilo que Oswald de Andrade expressava, programaticamente, em seu Manifesto Antropófago.

Talvez, por todas essa características, ele próprio definiu sua arte como "vanguarda primitiva", tendo consciência da sua relação com as vanguardas e o modernismo brasileiro, principalmente o de Oswald de Andrade, vivenciada junto à natureza. Manoel de Barros nunca se afasta do "vanguardismo primitivista"(ver primitivismo), como se pode notar pelo título "Poesia Rupestre" (2004), ganhador de vários prêmios literários de repercussão em todo o Brasil.

1942 — Face imóvel
1956 — Poesias
1960 — Compêndio para uso dos pássaros
1966 — Gramática expositiva do chão
1974 — Matéria de poesia
1980 — Arranjos para assobio
1985 — Livro de pré-coisas
1989 — O guardador das águas
1990 — Gramática expositiva do chão: Poesia quase toda
1993 — Concerto a céu aberto para solos de aves
1993 — O livro das ignorãças
1996 — Livro sobre nada
1996 — Das Buch der Unwissenheiten - Edição da revista alemã Akzente
1998 — Retrato do artista quando coisa
2000 — Ensaios fotográficos
2000 — Exercícios de ser criança
2000 — Encantador de palavras - Edição portuguesa
2001 — O fazedor de amanhecer
2001 — Tratado geral das grandezas do ínfimo
2001 — Águas
2003 — Para encontrar o azul eu uso pássaros
2003 — Cantigas para um passarinho à toa
2003 — Les paroles sans limite - Edição francesa
2003 — Todo lo que no invento es falso - Antologia na Espanha
2004 — Poemas Rupestres
2005 — Riba del dessemblat. Antologia poètica — Edição catalã (2005, Lleonard Muntaner, Editor)
2005 — Memórias inventadas I
2006 — Memórias inventadas II
2007 — Memórias inventadas III
2010 — Menino do Mato
2010 — Poesia Completa
2011 — Escritos em verbal de ave
2013 — Portas de Pedro Viana
Prêmios[editar | editar código-fonte]
1960 — Prêmio Orlando Dantas - Diário de Notícias, com o livro Compêndio para uso dos pássaros;
1966 — Prêmio Nacional de poesias, com o livro Gramática expositiva do chão;
1969 — Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal, com o livro Gramática expositiva do chão.
1989 — Prêmio Jabuti de Literatura, na categoria Poesia, como o livro O guardador de águas;
1990 — Prêmio Jacaré de Prata da Secretaria de Cultura de Mato Grosso do Sul como melhor escritor do ano;
1996 — Prêmio Alfonso Guimarães da Biblioteca Nacional, com o livro Livro das ignorãnças;
1997 — Prêmio Nestlé de Poesia, com o livro Livro sobre nada;
1998 — Prêmio Nacional de Literatura do Ministério da Cultura, pelo conjunto da obra;
2000 — Prêmio Odilo Costa Filho - Fundação do Livro Infanto Juvenil, com o livro Exercício de ser criança;
2000 — Prêmio Academia Brasileira de Letras, com o livro Exercício de ser criança;
2002 — Prêmio Jabuti de Literatura, na categoria livro de ficção, com O fazedor de amanhecer;
2005 — Prêmio APCA 2004 de melhor poesia, com o livro Poemas rupestres;
2006 — Prêmio Nestlé de Literatura Brasileira, com o livro Poemas rupestres;

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

113° Aniversário de Cecília Meireles

Cecília Benevides de Carvalho Meireles (Rio de Janeiro, 7 de novembro de 1901 — Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1964) foi uma poetisa, pintora, professora e jornalista brasileira1 . É considerada uma das vozes líricas mais importantes das literaturas de língua portuguesa.


Biografia

Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro, em 7 de novembro de 1901, filha dos açorianos Carlos Alberto de Carvalho Meireles, um funcionário de banco, e Matilde Benevides Meireles, uma professora. Cecília Meireles foi filha órfã criada por sua avó açoriana, D. Jacinta Garcia Benevides, natural da ilha de São Miguel. Aos nove anos, ela começou a escrever poesia. Frequentou a Escola Normal no Rio de Janeiro, entre os anos de 1913 e 1916 estudou línguas, literatura, música, folclore e teoria educacional.

Em 1919, aos dezoito anos de idade, Cecília Meireles publicou seu primeiro livro de poesias, Espectros, um conjunto de sonetos simbolistas. Embora vivesse sob a influência do Modernismo, apresentava ainda, em sua obra, heranças do Simbolismo e técnicas do Classicismo, Gongorismo, Romantismo, Parnasianismo, Realismo e Surrealismo, razão pela qual a sua poesia é considerada atemporal.

No ano de 1922 casou com o artista plástico português Fernando Correia Dias, com quem teve três filhas. Seu marido, que sofria de depressão aguda, suicidou-se em 1935. Voltou a se casar, no ano de 1940, quando se uniu ao professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo, falecido em 1972. Dentre as três filhas que teve, a mais conhecida é Maria Fernanda que se tornou atriz.

Teve ainda importante atuação como jornalista, com publicações diárias sobre problemas na educação, área à qual se manteve ligada, tendo fundado, em 1934, a primeira biblioteca infantil do Brasil. Observa-se ainda seu amplo reconhecimento na poesia infantil com textos como Leilão de Jardim, O Cavalinho Branco, Colar de Carolina, O mosquito escreve, Sonhos da menina, O menino azul e A pombinha da mata, entre outros. Com eles traz para a poesia infantil a musicalidade característica de sua poesia, explorando versos regulares, a combinação de diferentes metros, o verso livre, a aliteração, a assonância e a rima. Os poemas infantis não ficam restritos à leitura infantil, permitindo diferentes níveis de leitura.

Em 1923, publicou Nunca Mais… e Poema dos Poemas, e, em 1925, Baladas Para El-Rei. Após longo período, em 1939, publicou Viagem, livro com o qual ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.Católica, escreveu textos em homenagem a santos, como Pequeno Oratório de Santa Clara, de 1955; O Romance de Santa Cecília e outros.

Em 1951 viajou pela Europa, Índia e Goa, e visitou pela primeira e única vez os Açores, onde na ilha de São Miguel contatou o poeta Armando César Côrtes-Rodrigues, amigo e correspondente desde a década de 1940.

A poetisa Cecília Meireles morreu ao entardecer, aos 63 anos vítima de um câncer, no Hospital dos Servidores do Estado, onde estava internada para se recuperar de algumas operações que havia se submetido. Seu corpo foi removido para o Salão Nobre do Ministério da Educação e Cultura, onde foi velado. O sepultamento da poetisa ocorreu no dia seguinte, no Cemitério de São João Batista, em Botafogo. A poetisa era casada há 25 anos com Heitor Grilo e, além de deixar suas três filhas, deixou cinco netas.

Homenagens

Prémio Machado de Assis (1965)
Sócia honorária do Real Gabinete Português de Leitura
Sócia honorária do Instituto Vasco da Gama (Goa)
Doutora "honoris causa" pela Universidade de Delhi (Índia)
Oficial da Ordem do Mérito (Chile)

Nos Açores, de onde eram oriundos os seus pais4 , o nome de Cecília Meireles foi dado à escola básica da freguesia de Fajã de Cima, concelho de Ponta Delgada, terra de sua avó materna, Jacinta Garcia Benevides.

Após sua morte, recebeu como homenagem a impressão de uma cédula de cem cruzados novos. Esta cédula com a efígie de Cecília Meireles, lançada pelo Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1989, seria mudada para cem cruzeiros, quando houve a troca da moeda pelo governo de Fernando Collor1 5 .

Obras

Cecília Meireles em Lisboa. Desenho de seu primeiro marido, Fernando Correia Dias.
Estas são algumas das obras publicadas por Cecília Meireles:

Espectros, 1919
Criança, meu amor, 1923
Nunca mais, 1923
Poema dos Poemas, 1923
Baladas para El-Rei, 1925
O Espírito Vitorioso, 1929
Saudação à menina de Portugal, 1930
Batuque, samba e Macumba, 1933
A Festa das Letras, 1937
Viagem, 1939
Vaga Música, 1942
Poetas Novos de Portugal, 1944
Mar Absoluto, 1945
Rute e Alberto, 1945
Rui — Pequena História de uma Grande Vida, 1948
Retrato Natural, 1949
Problemas de Literatura Infantil, 1950
Amor em Leonoreta, 1952
Doze Noturnos de Holanda e o Aeronauta, 1952
Romanceiro da Inconfidência, 1953
Poemas Escritos na Índia, 1953
Batuque, 1953
Pequeno Oratório de Santa Clara, 1955
Pistoia, Cemitério Militar Brasileiro, 1955
Panorama Folclórico de Açores, 1955
Canções, 1956
Giroflê, Giroflá, 1956
Romance de Santa Cecília, 1957
A Bíblia na Literatura Brasileira, 1957
A Rosa, 1957
Obra Poética,1958
Metal Rosicler, 1960
Poemas de Israel, 1963
Antologia Poética, 1963
Solombra, 1963
Ou isto ou Aquilo, 1964
Escolha o Seu Sonho, 1964
Crônica Trovada da Cidade de San Sebastian do Rio de Janeiro, 1965
O Menino Atrasado, 1966
Poésie (versão francesa), 1967
Antologia Poética, 1968
Poemas Italianos, 1968
Poesias (Ou isto ou aquilo& inéditos), 1969
Flor de Poemas, 1972
Poesias Completas, 1973
Elegias, 1974
Flores e Canções, 1979
Poesia Completa, 1994
Obra em Prosa - 6 Volumes - Rio de Janeiro, 1998
Canção da Tarde no Campo, 2001
Poesia Completa, edição do centenário, 2001, 2 vols. (Org.: Antonio Carlos Secchin. Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
Crônicas de educação, 2001, 5 vols. (Org.: Leodegário A. de Azevedo Filho. Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
Episódio Humano, 2007
Uma obra bastante particular e pouco conhecida de Cecília Meireles é o infanto-juvenil Olhinhos de Gato. Baseado na vida de Cecília, conta sua infância depois que perdeu sua mãe Matilde Benevides Meireles e como foi criada por sua avó D. Jacinta Garcia Benevides (Boquinha de Doce, no livro)

“O vento é sempre o mesmo, mas sua resposta é diferente em cada folha. 
Somente a árvore seca fica imóvel entre borboletas e pássaros” 
- Cecília Meireles -